Problema no flash após atualizar Chrome

Depois de atualizar seu Chrome no Ruindows ou Linux você se deparou com essa imagem?

É, então, isso ae ocorre devido ao conflito entre a lib do Adobe Flash Player e do libpepflashplayer que é do próprio Google.

Para resolver, basta copiar isso na barra de endereços do Chrome:

chrome://plugins/

Navegar até o nome do plugin:

E clicar e desativar.

Nem precisa reiniciar o Chrome, funfa na hora!

Sugestões? Nos comentários! :D

Até a próxima!

Configurando o Mutt e Enviando E-mails com ele através do Gmail.

Se você tiver a necessidade de enviar emails via linha de comando utilize essa maravilha chamada Mutt.

Primeiro realize a instação:


root@linux: # aptitude install mutt mutt-patched

Agora vamos criar o arquivo de configuração que será o .muttrc


root@linux: # cat /etc/Muttrc.d/*.rc >> ~/.muttrc

A gora acesso este arquivo ~/.muttrc


root@linux: # vi ~/.muttrc

E no final dele inclua editando a devidas informações (endereço de email e senha):

Informações para envio:


 set imap_user = 'usuario@gmail.com'
 set imap_pass=""
 set spoolfile = imaps://imap.gmail.com:993/INBOX
 set folder = "imaps://imap.gmail.com:993"

SMTP:


 set smtp_url = "smtp://usuario@smtp.gmail.com:587/"
 set smtp_pass= ""

E demais configurações:


 set trash=+[Gmail]/Trash
 set record="+[Gmail]/Sent Mail"
 set postponed="+[Gmail]/Drafts"
 set header_cache="~/.mutt/cache/headers"
 set message_cachedir="~/.mutt/cache/bodies"
 set certificate_file=~/.mutt/certificates
 # set up the sidebar, default not visible
 set sidebar_width=25
 set sidebar_visible=yes #no
 set sidebar_delim='|'
 # which mailboxes to list in the sidebar
 mailboxes =INBOX ='INBOX.Deleted Items' =[Gmail]/Drafts =[Gmail]/'Sent Mail' =[Gmail]/Spam

Agora para enviar os emails você pode executar o seguinte comando:


root@linux: # cat arquivo.txt | mutt -s Titulo email@email.com.br

OBS:

Você pode acompanhar o erro do envio em /var/spool/mail/

Mais informações http://wiki.mutt.org/

Agradecemos a preferência, aguardem por favor novos post’s!

Nelson Junior | Equipe Linux Clube.

Como desativar o som beep no modo Terminal – Ubuntu

Uma boa dica enviado por nosso colaborador Julio Ribeiro – jhuliors@hotmail.com

Esse beep enche mesmo o saco rs.

Um modo bem fácil de desativar o som do beep em modo Terminal.

Vá em Aplicações -> Ferramentas de Sistema -> Terminal

Depois em Terminal Menu Editar -> Perfis…… Aba Geral -> Geral-> Som do Terminal desmarque a opção.

Pronto !

Instalando o mysql-server no debian e definindo qual partição será utilizada

Com a partição já criada (neste exemplo ele tem 30GB) você deve executar o comando fdisk para que sejam listadas:

# fdisk -l retornará algo como:

 

# fdisk -l

(...)

Disk /dev/xvdc: 32.2 GB, 32212254720 bytes

255 heads, 63 sectors/track, 3916 cylinders
Units = cylinders of 16065 * 512 = 8225280 bytes
Sector size (logical/physical): 512 bytes / 512 bytes
I/O size (minimum/optimal): 512 bytes / 512 bytes
Disk identifier: 0x00000000

Disk /dev/xvdc doesn't contain a valid partition table

(...)

Instale o mysql:

# aptitude install mysql-server

Crie o diretório que o mysql irá utilizar, neste exemplo /banco/mysql dentro de /mnt

# mkdir /mnt/banco
# mkdir /mnt/banco/mysql

Agora vamos definir um sistema de arquivos para a partição /dev/xvdc:

# mkfs.ext3 /dev/xvdc

Depois disso execute o comando mount para checar as partições montadas:

# mount
/dev/xvdb2 on / type ext4 (rw,noatime,errors=remount-ro)
tmpfs on /lib/init/rw type tmpfs (rw,nosuid,mode=0755)
proc on /proc type proc (rw,noexec,nosuid,nodev)
sysfs on /sys type sysfs (rw,noexec,nosuid,nodev)
udev on /dev type tmpfs (rw,mode=0755)
tmpfs on /dev/shm type tmpfs (rw,nosuid,nodev)
devpts on /dev/pts type devpts (rw,noexec,nosuid,gid=5,mode=620)
/dev/xvda1 on /boot type ext4 (rw)

Agora vamos montar nossa partição no diretório criado:

# mount /dev/xvdc /mnt/banco/mysql/

E novamente executar o mount:

# mount
/dev/xvdb2 on / type ext4 (rw,noatime,errors=remount-ro)
tmpfs on /lib/init/rw type tmpfs (rw,nosuid,mode=0755)
proc on /proc type proc (rw,noexec,nosuid,nodev)
sysfs on /sys type sysfs (rw,noexec,nosuid,nodev)
udev on /dev type tmpfs (rw,mode=0755)
tmpfs on /dev/shm type tmpfs (rw,nosuid,nodev)
devpts on /dev/pts type devpts (rw,noexec,nosuid,gid=5,mode=620)
/dev/xvda1 on /boot type ext4 (rw)
/dev/xvdc on /mnt/banco/mysql type ext3 (rw) <-------------------------------montado

Para que o mysql utilize essa partição precisamos realizar uma alteração em seu arquivo de configuração:

# vi /etc/mysql/my.cnf

no bloco:

33 # * Basic Settings
 34 #
 35 user = mysql
 36 pid-file = /var/run/mysqld/mysqld.pid
 37 socket = /var/run/mysqld/mysqld.sock
 38 port = 3306
 39 basedir = /usr
 40 datadir = /var/lib/mysql <------------------Alterar para o caminho
 41 tmpdir = /tmp
 42 language = /usr/share/mysql/english
 43 skip-external-locking
 44 #

Neste exemplo ficará:

33 # * Basic Settings
 34 #
 35 user = mysql
 36 pid-file = /var/run/mysqld/mysqld.pid
 37 socket = /var/run/mysqld/mysqld.sock
 38 port = 3306
 39 basedir = /usr
 40 datadir = /mnt/banco/mysql <------------------Alterado
 41 tmpdir = /tmp
 42 language = /usr/share/mysql/english
 43 skip-external-locking
 44 #

Agora para não precisar montar essa partição sempre que o servidor foi iniciado vamos editar o arquivo /etc/fstab.

Antes execute o comando blkid para descobrir o UUID da partição, você precisará dele!

# blkid /dev/xvdc
/dev/xvdc: UUID="c25a09f9-d600-44e8-9d17-d9f8dabd8f44" TYPE="ext3"

Agora acesso o arquivo /etc/fstab e no fianl do arquivo inclua o seguinte conteúdo editado:

# vi /etc/fstab

16 # /dev/xvdc particao montada em /mnt/banco/mysql
17 UUID=c25a09f9-d600-44e8-9d17-d9f8dabd8f44 /mnt/banco/mysql ext3 default 0 2

Pronto! A configuração está pronta. Nos próximos posts iremos instalar o php my admin. Esperamos ajudar com mais este.

Descobrindo SO com o ping através do ttl

Com este você também consegue impressionar uma garota, tô falando de leva-la pra sair e tudo mais. Segue a mágica:

Servidor Linux:

$ ping linuxclube.com.br
 PING linuxclube.com.br (187.45.195.185) 56(84) bytes of data.
 64 bytes from 187.45.195.185: icmp_req=1 ttl=60 time=2.92 ms
 64 bytes from 187.45.195.185: icmp_req=2 ttl=60 time=2.47 ms
 64 bytes from 187.45.195.185: icmp_req=3 ttl=60 time=0.498 ms

Servidor Windows:

$ ping leandro.pessoal.ws
 PING leandro.pessoal.ws (187.45.241.149) 56(84) bytes of data.
 64 bytes from 187.45.241.149: icmp_req=1 ttl=124 time=0.886 ms
 64 bytes from 187.45.241.149: icmp_req=2 ttl=124 time=0.595 ms
 64 bytes from 187.45.241.149: icmp_req=3 ttl=124 time=0.699 ms

Servidor Unix: Não conheço nenhum. :( Mas agora vocês podem descobrir :)

E podemos nos basear na tabela:

Sistema TTL
UNIX 255
Linux 64
Windows 128

 

 

 

 

O valor o TTL mais próximo ao dessa tablema acima define o sistema operacional do server. Quer saber mais sobre o ping?

$ man ping

Instalando o Adobe Flash Player

Alguns usuários sempre têm problemas ao tentar instalar o flash em um ambiente Linux.

Agora vamos apresentar duas maneiras de instalação deste plugin “cascudo” de forma simples e rápida.

Nós utilizaremos o “sudo” no tutorial, este vai funcionar apenas para o seu usuário. Caso possua mais de 1 usuário na máquina, aconselhamos a executá-lo com “root”.

Download Direto

Primeiro, faça o download do pacote direto do site da Adobe. Vá ao terminal, na pasta que você baixou o arquivo, digite:

tar -zxvf NOME_DO_ARQUIVO

Assim, descompactamos o pacote. Agora entre na pasta gerada:

cd NOME_DA_PASTA

E efetue a instalação com o:

./flashplayer-installer

Através do repositório

Para começar, instale o aptitude:

sudo apt-get install aptitude

Depois, basta rodar o comando para instalação:

sudo aptitude install flashplugin-installer

Pronto, você já pode assistir seus vídeos no Youtube, dentre outras coisas é claro rsrsrsrrs.

Até a próxima :D

Instalando mod_pagespeed no CentOS

Sobre o Mod_pagespeed

Mod_pagespeed é um módulo Open-Source do Apache que otimiza automaticamente páginas web e seus recursos para melhorar o desempenho.

Esse módulo possui vários filtros que otimizam JavaScript, HTML e folhas de estilo CSS. Além de imagens JPEG e PNG.

Outra característica do Mod_pagespeed é a compatibilidade com versões de 32 e 64 bits, e em diferentes distribuições de Linux como Debian/Ubuntu e CentOS/Fedora.

Instalação

Primeiramente, devemos verificar se a distribuição utilizada é 32 ou 64 bits:

# uname -a

Linux CentOS6 2.6.32-131.21.1.el6.x86_64 #1 SMP Tue Nov 22 19:48:09 GMT 2011 x86_64 x86_64 x86_64 GNU/Linux

Aqui, o sistema é de 64 bits, sendo assim, faço download do mod-pagespeed-beta_current_x86_64.rpm no Google Code. Mas se a sua for 32 bits, faça o download do mod-pagespeed-beta_current_i386.

Execute a instalação:

yum install mod-pagespeed-beta_current_x86_64.rpm
Loaded plugins: fastestmirror
Loading mirror speeds from cached hostfile
 * base: mirror.ueg.br
 * centosplus: mirror.ueg.br
 * extras: mirror.ueg.br
 * jpackage-generic: mirror.ibcp.fr
 * rpmforge: ftp-stud.fht-esslingen.de
 * updates: mirror.ueg.br
atrpms | 3.5 kB 00:00
atrpms/primary_db | 1.3 MB 00:07
base | 3.7 kB 00:00
centosplus | 3.5 kB 00:00
dag | 1.1 kB 00:00
extras | 3.5 kB 00:00
jpackage-generic | 2.3 kB 00:00
livna | 951 B 00:00
pbone.net | 3.7 kB 00:00 ...
rpmforge | 1.1 kB 00:00
updates | 3.5 kB 00:00
updates/primary_db | 2.4 MB 00:02
varnish-2.1 | 951 B 00:00
Setting up Install Process
Examining mod-pagespeed-beta_current_x86_64.rpm: mod-pagespeed-beta-0.10.21.2-1381.x86_64
Marking mod-pagespeed-beta_current_x86_64.rpm to be installed
Resolving Dependencies
--> Running transaction check
---> Package mod-pagespeed-beta.x86_64 0:0.10.21.2-1381 will be installed
--> Finished Dependency Resolution

Dependencies Resolved

=============================================================================================================================================================================================================================================
 Package Arch Version Repository Size
=============================================================================================================================================================================================================================================
Installing:
 mod-pagespeed-beta x86_64 0.10.21.2-1381 /mod-pagespeed-beta_current_x86_64 3.4 M

Transaction Summary
=============================================================================================================================================================================================================================================
Install 1 Package(s)

Total size: 3.4 M
Installed size: 3.4 M
Is this ok [y/N]: y
Downloading Packages:
Running rpm_check_debug
Running Transaction Test
Transaction Test Succeeded
Running Transaction
 Installing : mod-pagespeed-beta-0.10.21.2-1381.x86_64 1/1
job 1 at 2012-04-02 11:28

Installed:
 mod-pagespeed-beta.x86_64 0:0.10.21.2-1381

Complete!

Caso seja apresentado os erros abaixo:

warning: rpmts_HdrFromFdno: Header V3 DSA signature: NOKEY, key ID 7fac5991

Public key for mod-pagespeed-beta_current_i386.rpm is not installed

É necessário que você instale e importe a chave RPM do Google:

# wget https://dl-ssl.google.com/linux/linux_signing_key.pub
# rpm --import linux_signing_key.pub

Concluída a instalação, basta reiniciar o HTTP:

# /etc/init.d/httpd restart
 Parando o httpd: [ OK ]
Iniciando o httpd: [ OK ]

Caso desejar, para personalizá-lo abra o arquivo de configuração:

# vim /etc/httpd/conf.d/pagespeed.conf

Outras dicas de personalização estão disponíveis na própria página do módulo no Google Code.

Aproveite :P

Split

Olá pessoal tudo bom: Esperamos que sim. Já se deparou alguma vez ou com determinada situação em que você tem um arquivo grande no servidor e precisa copia-lo? Demora bastante né! Chato, mas com o comando “split” você poderá quebra-lo em vários arquivos e facilitar a cópia e manipulação deste arquivo.

Dica geek: Este comando também pode ser utilizado para impressionar uma mina, chega pra ela e fala que você consegue dividir um arquivo grande em varios arquivos com tamanhos menores e depois junta-los sem perder dados. Já era, ela será sua.

Mãos a obra.

Neste exemplo iremos trabalhar com um arquivo não muito grande seu nome está como split e seu tamanho é de 1,3G.

# ls -lh teste-com-split/
total 1,3G
-rw-r--r--. 1 root root 1,3G Abr 2 10:59 splyt

As formas que podemos dividi-lo são essas:

//Para dividir o arquivo em linhas:

1
# split -l 100 splyt

O formato ficará algo como:

1
-rw-r--r--. 1 root root 1323929600 Abr 2 10:59 splyt
-rw-r--r--. 1 root root 6000 Abr 2 11:11 xaa
-rw-r--r--. 1 root root 6000 Abr 2 11:11 xab
-rw-r--r--. 1 root root 6000 Abr 2 11:11 xac
-rw-r--r--. 1 root root 6000 Abr 2 11:11 xad
-rw-r--r--. 1 root root 6000 Abr 2 11:11 xae
-rw-r--r--. 1 root root 6000 Abr 2 11:11 xaf

(...)

OBS: para saber a quantidade de linhas de seu arquivo texto utilize o seguinte comando:

</pre>
# wc -l splyt
//Para dividir o arquivo em bytes:

1</pre>
# split -b 512 splyt

O formato ficará também no padrão:

1
-rw-r--r--. 1 root root 1323929600 Abr 2 10:59 splyt
-rw-r--r--. 1 root root 512 Abr 2 11:16 xaa
-rw-r--r--. 1 root root 512 Abr 2 11:16 xab
-rw-r--r--. 1 root root 512 Abr 2 11:16 xac
-rw-r--r--. 1 root root 512 Abr 2 11:16 xad
-rw-r--r--. 1 root root 512 Abr 2 11:16 xae
-rw-r--r--. 1 root root 512 Abr 2 11:16 xaf

(...)

//Para dividir o arquivo em megabyte:

*Neste eu utilizei o -b para dividir o arquivo em segmentos com o tamanho que foi definido.

Observe como ficou:

-rw-r--r--. 1 root root 1,3G Abr 2 10:59 splyt
-rw-r--r--. 1 root root 300M Abr 2 11:24 xaa <-----------Repare no tamanho que eu defini
-rw-r--r--. 1 root root 300M Abr 2 11:24 xab <-----------Repare no tamanho que eu defini
-rw-r--r--. 1 root root 300M Abr 2 11:25 xac <-----------Repare no tamanho que eu defini
-rw-r--r--. 1 root root 300M Abr 2 11:26 xad <-----------Repare no tamanho que eu defini
-rw-r--r--. 1 root root 63M Abr 2 11:26 xae <-----------Este foi o que restou

Agora que junta-los, para isso utilizaremos o cat:

# cat x?? > arquivos-juntados-forma-splyt

-rw-r--r--. 1 root root 1,3G Abr 2 11:30 arquivos-juntados-forma-splyt <----------Mesmo tamanho
-rw-r--r--. 1 root root 1,3G Abr 2 10:59 splyt <----------Mesmo tamanho
-rw-r--r--. 1 root root 300M Abr 2 11:24 xaa
-rw-r--r--. 1 root root 300M Abr 2 11:24 xab
-rw-r--r--. 1 root root 300M Abr 2 11:25 xac
-rw-r--r--. 1 root root 300M Abr 2 11:26 xad
-rw-r--r--. 1 root root 63M Abr 2 11:26 xae

Teremos o arquivos sem perder nada. Depois você pode remover os x*.

Enfim este comando é muito útil e pode ajuda-los no dia a dia. Ficamos por aqui e até o próximo post. Não esqueçam de visitar – http://linuxclube.com.br/publicacao/ enviar seu post ou foto para linuxclube@linuxclube.com.br. Obrigado pessoal.

Configurando servidor FTP no CentOS

Neste, vamos aprender a configurar o VSFTP em um servidor CentOS.

Primeiro, é necessário que façamos o download dos pacotes a serem utilizados.

Para isso vamos atualizá-los:

# yum update vsf*

Após update, realizamos a instalação do pacote em específico:

# yum install vsftpd

Caso seja exibido Is this ok [y/N]: basta digitar Y e ENTER. Caso você não queira que apareça, basta rodar o comando:

# yum install vsftpd -y

Assim como o Apache, MySQL, dentre outros é necessário iniciá-lo, para isso rode:

# service vsftpd start

Certo. Após instalado e iniciado o serviço de FTP, é hora de verificar como o serviço está funcionando, para isso vamos realizar alguns testes.

> Criação de Usuários e senhas de acesso

Para adicionar um novo login, digite:

# useradd linuxclube

Defina a senha do novo usuário com:

# passwd linuxclube

Cuidado a inserir uma senha muito “fácil”, caso contrário receberá o Warning:

SENHA INCORRETA: é uma palavra da língua portuguesa
SENHA INCORRETA: é simples demais

Pronto, você já possui os dados de acesso ao FTP! Agora é possível logar na área do cliente:

[root@Server ~]# su - linuxclube
[linuxclube@Server ~]$ pwd
/home/linuxclube

Para saber o Host(IP) de conexão a ser utilizado, digite:

#ifconfig

Assim, deve-se utilizar o endereço informado em “inet addr:“:

eth0 Link encap:Ethernet HWaddr 00:00:00:00:00:00
inet addr:ENDEREÇO_IP

Para concluir, vamos configurar a permissão de acesso dos usuários.

Abra o arquivo de configuração, digite:

# vi /etc/vsftpd/vsftpd.conf

Bloqueie os usuários a seus diretórios home:

chroot_local_user=YES

Pronto, seu servidor FTP está funcionando!
Até à próxima :D

TOP x HTOP

Tudo bom pessoal, depois do sucesso do Post sobre a configuração do Java para a utilização do Guardião do Itau estamos aqui para mais uma dica.

Muita gente não sabe mas o comando $ top pode ser utilizado com uma cara mais amigável utilizando o htop.

Basta realizar a instalação deste e se divertir, neste a instalação será feita no CentOS:


# yum update

# yum install htop

Caso não haja dependências:

Install 1 Package(s)

Total download size: 86 k
Installed size: 186 k
Is this ok [y/N]: y
Downloading Packages:
htop-1.0.1-1.el5.rf.x86_64.rpm | 86 kB 00:01
Running rpm_check_debug
Running Transaction Test
Transaction Test Succeeded
Running Transaction
 Installing : htop-1.0.1-1.el5.rf.x86_64 1/1

Installed:
 htop.x86_64 0:1.0.1-1.el5.rf

Complete!

Depois basta executar $ htop no terminal e ser feliz:

$htop

Não esqueçam de visitar nossa página de promoção http://linuxclube.com.br/publicacao/ e nos enviar seu post, script foto, etc. Você pode ganhar um livro, mais informações também em - http://linuxclube.com.br/sua-publicacao/

A equipe Linux Clube Agradece.